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Língua adotiva

Xavier Vatin*
Acabo de entender, depois de 10 anos de inquietação, angústia e perplexidade, o porquê  da minha imensa dificuldade em falar francês, minha língua materna, com meus filhos no dia-a-dia. Muito antes de eles nascerem, sempre tive a convicção da importância do bilinguismo precoce. Sempre imaginei as melhores formas de exercer esse bilinguismo tão útil para o futuro deles, além de muito positivo do ponto de vista do desenvolvimento cognitivo, segundo os especialistas (tenho vários livros sobre o tema). 
Contudo, ao longo dos últimos dez anos (minha filha Luna tem 11 e meu filho Luca tem 7), nunca consegui falar regular e/ou diariamente francês com eles, aqui no Brasil. Na ocasião de curtas viagens de férias na França para visitar a família, Luna, contudo, demonstrou uma notável facilidade para entender e falar francês (fato este que vinha amenizar meu sentimento de culpa). Da última vez que fomos, o ano passado, quando Luca tinh…

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